segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Chavereim permita- me abrir publicamente meu coração

Shalom! Chavereim permita- me abrir publicamente meu coração ,meu amor pelo povo e Amor incondicional(significa)amor pleno, completo, absoluto, que não impõe condições ou limites para se amar. Quem ama de forma incondicional não espera nada em troca. O conceito é semelhante a amor verdadeiro.Na perspectiva religiosa também há um apelo para o amor incondicional entre os homens. (Ahavat Yisrael) Para a prática da generosidade e do amor não só ao próximo, mas a todos os seres. Por gentileza leia este texto a te final,sei que meus textos são longos,mais isto evitara de que vocês sejam,enganados com ideias fictícias ao meu respeito. Tenho meu trabalho,não vivo de judaísmo,estou gravando aulas e videos em sate só para alunos cadastrados(membros)para cuidar de meu trabalho e da família. Este anos projeto a mais de 18 anos,atendendo e ensinado o pouco que sei,a famílias que se descobriram judias e não tem para onde ir,nem condições de ir a grandes centros,e sozinhas não tem como fazer a conversão nem retorno. Temos incentivado as pessoas a agirem em cooperativismo religioso,se mobilizando em grupos e juntando donativos para fazer teshuva um após o outro.(vivendo judaísmo na pratica estudando e congregando) Cada pessoa contribui como pode,com trabalho em grupo ou individual,promovido pelos Roshis que nos auxilia ,as redes sociais tem sido de grande valia,na divulgação de nosso trabalho. Obs: a fisba não faz conversão ,nossa instituição encaminha ao Beit din autentico ortodoxo que julgara caso a caso,não temos poder de prometer a ninguém o retorno nem mesmo a conversão ,amas situação depende de documentos comprobatório que pode ser aceita ou não pelo Beit din,a conversão depende do candidato ,em sua dedicação e estudo de acordo com a Lei judaica ok? Estamos trabalhando deixando pronta nosso site oficial onde teremos o cadastrado Nascional Anussim aulas em videos de judaísmo pratico,postamos o primeiro vídeo no canal da fisba. Os 7 principais erros dos B’nei Anussim do Brasil. Primeiro erro reinventar a roda. Ao Ives de seguir os procedimentos halachicos, já em vigência em todo mundo judaico sefarad, com entidades experientes legalizadas perante a lei de seu país.A maioria dos países civilizados Garante a liberdade religiosa por puro respeito à Declaração de direitos humanos que diz no artigo 18:”toda pessoa tem direito á liberdade de pensamento, consciência ,religião ;este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença, e a liberdade de manifestar essa religião ou crença,pelo ensino ,e pela pratica,pelo culto e pela observância,isolado ou coletivamente,em publico ou em particular”.No Brasil existe o principio da separação entre a igreja e o Estado e a Liberdade religiosa e Garantida pela constituição Federal (art.5) A constituição trata da inviolabilidade da consciência e crença religiosa, portanto qualquer cidadão tem direito de praticar qualquer religião que queira. Restringir a liberdade religiosa de uma pessoa é ato de descriminação com penas prevista pela Brasileira como também, pela maioria dos países civilizados. Todos são livres para escolher sua religião que satisfaça suas necessidades psicológicas e espirituais.Se você optou por ser judeu, candomblezeira, umbandista ou Presbiteriano sua vontade e protegida por Lei. PONTO IMPORTANTE JUDAÍSMO E RELIGIÃO NÃO NACIONALIDADE. Se você decidiu ser judeu pela religião, sua filosofia de vida, seus ensinamentos culturais e tradições, bem vindo a este movimento judaico, isso exigira de você compromisso com nossa comunidade e as futuras gerações seus ascendentes na comunidade de Israel. POLÍTICA RELIGIOSA ATUAL NO MUNDO JUDAICO. Mesmo dentro de Israel a questão da Judáicidade de uma pessoa ainda e muito discutida, pois existem discussões ate mesmo entre os diferentes movimentos Ortodoxos que não reconhecem uns aos outros como legítimos. Há movimentos ortodoxos que sequer reconhecem a existência do Estado de Israel, como caso do Neturei Karta (os guardiões da cidade). Se sabe que no Brasil, existem mais de 57% da população são de origem judaica no que se refere aos B’nei Anussim(filhos dos forçados) judeus de origem ibérica do período colonial. Em nossa opinião estes tem o direito de retornar a sua religião original, seguir os passos de seus antepassados, suas tradições, cultura Sefaraditas. Muitos que se dizem Anussim ao associar-se ver-se desapontados quando descobrem que nossa proposta exige trabalho,mais do que isso dedicação, consistência de algum tempo para acontecer e mostrar resultados. Alguns são vitimas de uma verdadeira obsessão por esquemas, articulações, expedientes que nunca funcionam que quase sempre acabam em frustrações. Lembre-se nosso sucesso depende de nossas atitudes, realização, estudos, pratica associações corretas, claras objetivas. Nosso sucesso depende também de duplicarmos conhecimento e oportunidade cultural e econômica a nossos associados, este modelo realmente do resultado. Lembre-se que os exemplos de sucesso com o da grande sinagoga de Amsterdam e nossa fonte inspiradora,com a duplicação você repete somente aquilo que já foi provado que funciona,evitando erros que outros cometeram, se orientação rabínica ou de Beit Din,sem esta em conformidade com a Lei judaica o candidato corre o risco de ser rejeitado pelas instituições judaica do mundo todo,dificultando assim seu caminho, como também de suas futuras gerações . SEGUNDO ERRO Não tratar da sua vida espiritual como um negocio,embora nos da Fisba temos nosso trabalho como um trabalho serio de reconstrução de uma comunidade a muito esfacelada,esquecida e desprezada o assunto volta a mídia através de historiadores ,antropólogos e descobertas arqueológicas somos tratados historicamente como um povo extintos , sem comprovação efetiva de nossa existência. Exemplo um cadastro nacional dos B,nei Anussim ,com certificação de uma entidade que se preocupe com a preservação deste povo,suas origens e onde vivem ?,Quem são?;E onde estão? São perguntas que procuraremos responder. Uma documentação clara que não deixe duvida para estudiosos em genealogia em todo o mundo com arquivos para consulta digitalizados. TERCEIRO ERRO NÃO BUSCAR A UNIÃO NACIONAL Todo começo reserva dificuldades e desafios, Para nos não será diferente. No começo sua falta de conhecimento e experiência, principalmente por você não ter um resultado concreto para mostrar as pessoas, como podemos ver muitas comunidades vão bem ate certo tempo, depois se dividem, muitos se perguntam por que disto? Porque as pessoas querem segurança que o que estão fazendo esta certo e correto,que fazem parte de um povo de uma nação bíblica,quando elas não tem esta segurança,nem jurídica nem halachica elas simplesmente vão para um lugar que lhe parecem melhor. Onde satisfaça sua sede de conhecimento autenticidade,respeito e reconhecimento. Quando você entra para uma entidade, faz parte dela de forma atuante você tem segurança para transmitir aos amigos e parentes. Sua entidade e que ajuda na referencia na sua própria organização, sua arvore genealógica ela diz quem você é, de onde veio,quem são seus rabinos seu Beit Din,orientador que linha você se encontra,seus documentos são validos ou não. Quem são seus professores (Moré) por quem são autorizados, tudo isso e muito importante para calar qualquer desconforto por parte de outros que queiram vos atingir. Lembre-se que rabinos que não podem celebrar um casamento, presidir um Beit Din,ou fazer um brits ,pouco servira para nossa causa. QUARTO ERRO Tomar a rejeição como algo pessoal. Seu trabalho e se capacitar, estudar construir fisicamente um novo modo de vida,você deve estar preparado para lidar com rejeição de outros judeus ,que não te conhecem,mais lembre-se sua instituição ,e conhecida e pode dar informação sobre você e seu procedimento como judeu. Seu sucesso esta em aceitar este fato, que as coisas são como são,não adianta inventar,a união faz a força ,sem união sem força. A rejeição para alguns e Tão devastadora que pode parar o mais entusiasmado, não importa o quanto vibrante ele esteja, e neste momento que entra os orientadores e Rabinos do nosso povo. Muitos podem nos responderem que estão satisfeitos vivendo na clandestinidade religiosa,estão confortados com realidade, pergunto eu:onde serão sepultados? Quem fará brits de seus filhos? Quem os reconhece como judeu? Muitos dirão o momento não e agora, temos outros planos. A Fisba estará sempre de portas abertas por que entendemos que muitas das vezes ,não e nada contra a instituição, e simplesmente medo por muitas das vezes enganados ,com rabinos e mais rabinos trabalhando na internet,judeus falando mal uns dos outros,ninguém sabe quem e quem,para temos certeza do que estamos fazendo e preciso participar se envolver ,opinar ajudar no desenvolvimento da comunidade como um todo. Exigir documentos devidamente registrados no Brasil ou onde quer que seja,conferir buscar informações confiáveis,não só na internet se possível pessoalmente, ou ter alguém confiável que faça isso. QUINTO ERRO Não fazer acompanhamento Muitos associados se limitam a estudar, com os orientadores em livros, e não participam na sinagoga nem de eventos da instituição, não fazem acompanhamento financeiro da organização, as pessoas devem ter em mente que ninguém pode ser testemunha de si mesmo, e que qualquer associado do Brasil pode ter acesso a contabilidade da entidade. Como também programas desenvolvidos pela mesma,entradas e saídas. SEXTO ERRO DAR OUVIDOS AOS PSEU: ESPECIALISTA DO MUNDO JUDAICO,AQUELES QUE SABEM COMO FUNCINA. A minha pergunta e se sabem, por que não fizeram ainda? Não podemos nos ajoelhar, implorar para pessoas que nada sabem de nossa historia, nem nos submeter a elas, como alguém pode saber o que melhor para sua vida? A primeira coisa que temos que entender e que o assunto e delicado se tratando do mundo político religioso, denota poder de quem é ,ou de quem não é... E quem tem o poder de aceitar ou rejeitar? Como em um processo jurídico as peças de provas têm que ser bem colocadas, e redimir toda duvida, com documentos e arvore genealógica bem clara, ou seja, incontestável. Muitos perguntam O DNA e aceito a resposta e não, (a Halacha não admite ainda em tribunais rabínicos) mais serve para colaborar com as afirmações da arvore genealógica. SÉTIMO ERRO Quem e judeu? A pergunta quem é judeu?”gera um grande debate político, social e religioso entre os diversos grupos judaicos, devido ao fato de cada um ter uma interpretação as vezes bastante peculiar sobre quem pode e/ou deve receber esta nomenclatura.Interpretações essas que dependem de qual a sua tradição religiosa (ortodoxa, conservadora, reformista, caraíta) e do espaço geográfico onde se encontram (Sefaraditas, asquenazitas, persas, norte - africanos, indianos etc.). O povo judeu surgiu justamente antes do conceito de religião, pois como sendo um dos poucos povos da antiguidade que ainda existem, trazem consigo este aspecto muito peculiar que na verdade é um ponto de sua diversidade sócio-cultural, e como tal seria uma tremenda imprudência reduzir o povo judeu ou o "judaísmo" a um mero conceito de "religião" apenas. "Na história recente ocidental, e conseqüentemente na história judaica, uma revolução conceitual levou o judaísmo e o povo judeu a um tempo de grandes mudanças estruturais. A essa revolução, a história deu o nome de iluminismo (Hebraico: השכלה; Haskalá). Nesse período histórico, os antigos grupos religiosos detentores de tradições milenares observaram o nascimento de uma geração que via na criação de grupos com novas formas de pensar a possibilidade de saída de seus guetos milenares, não somente no plano físico, mas também mental e filosófico. Por vezes esses novos grupos distanciaram-se da velha ligação do judeu com a religião judaica-mãe, porém sem nunca perder a sua chama interna de identidade, sentimento esse que é o ponto de aproximação de todos os judeus e a mais importante linha para complexa continuação da nação que é, hoje, esse povo." "Assim, com a inserção de novas filosofias no seio do judaísmo, dispares concepções surgiram sobre as questões básicas da tradição judaica. E obviamente cada grupo desenvolveu suas discussões de como pode-se definir uma resposta sensata à pergunta constante: "Quem é judeu?". Essa definição de resposta se deu, em sua maioria, sob duas linhas gerais: Pessoa que tenha passado por um processo de conversão ao judaísmo ou pessoa que seja descendente de um membro da comunidade judaica." "Contudo, esses dois assuntos são repletos de divergências. Quanto às conversões, existem divergências principalmente sobre a formação dos tribunais judaicos responsáveis pelos atos. Isso faz com que pessoas conversas através de um tribunal judaico reformista ou conservador não sejam aceitos nos círculos ortodoxos e seus rabinos que exigem um tribunal formado somente por rabinos ortodoxos, pois entende serem outros rabinos incapazes de fazer o converso entender a grandeza da lei que está tomando sobre si. “Por outro lado, o judaísmo reformista e conservador acusam os ortodoxos de fazerem exigências absurdas, não mais se preocupando com a essência do ser judeu e sim, com regras e rigidez desnecessária.” "Já quanto a descendência judaica, a divergência aparece na definição de quem viria a linha judaica, se matrilinear mente, patrilinear ou ambas as hipóteses. A primeira é a majoritária, sendo apoiada pelo judaísmo rabínico ortodoxo e conservador. Essa tese têm força e raio de ação maiores por ser adotada pelo Estado de Israel, além de grande parte das comunidades ao redor do mundo. Porém, a patrilinealidade é defendida pelo judaísmo caraíta e os judeus Kaifeng da China, grupos separados dos grandes centros judaicos e que desenvolveram sob tradições diferentes com base em costumes que remontam há vários séculos passados. Por último, existe a tese que ambos os pais podem dar ao filho a condição de judeu que é defendida pelos judeus reformistas que em março de 1983 por três votos a um reconheceu a validade da descendência paterna mesmo que a mãe não seja judia desde que a criança seja criada como judeu e se identifique com a fé judaica." "Questões como se os atos podem abalar a identidade judaica, também entram na discussão, como por exemplo, um judeu que faz tatuagens ou até mesmo nega seu próprio judaísmo, pode continuar sendo considerado como tal. Apesar de um judeu necessariamente não ter que seguir o judaísmo, as autoridades religiosas geralmente enfatizam o risco da assimilação do povo judeu ao abandonar os mandamentos e tradições do judaísmo. Porém defende-se que não importa a geração ou ações futuras de pai ou mãe, o judaísmo e o conseqüente "ser judeu" é um direito natural da criança." Um fato interessante seria a decisão da "Conferencia Central de Rabinos Americanos" emitida oficialmente em 1983, onde declara que a criança, mesmo sendo filho de pai ou de mãe judia (casamentos mistos), recebe o "status" judaico, desde que criada próxima da comunidade, ou que seja educada no cumprimento de certas Miztov (Brit Milah), recebendo a seu turno um nome hebraico, realizando em seu tempo atos e cerimônias públicas como Bar/Bat Mitzvah, Kabalat Torah, etc. Sendo assim, os descendentes dos primeiros Anussim ou Marranos herdão o "status" judaico, tanto de suas linhagens matrilineares como patrilineares, pois que continuam guardando em seus seios familiares, além dos nomes, costumes, casamentos endogamicos, etc. Esta decisão só vem a validar mais um ponto em favor do reconhecimento da judaicidade dos atuais descendentes dos judeus ibéricos perseguidos pela "Santa Inquisição", pois ale de manterem vivos em suas almas muitos costumes particulares que facilmente denunciam sua origem, seus sobrenomes e sua árvore genealógica, hoje acendem a chama de suas "neshamot" através do Amor sincero a Fé de seus ancestrais 7 Erro falta de conhecimento halachico com relação aos Anussim. PROCEDIMENTO DA HALACHA DA TESHUVA? Examinando as principais tendências encontradas nas responsas ashkenazim e sefaradim acerca do procedimento de retorno daqueles descendentes dos Anussim ao judaísmo pretendem-se expor um exame histórico da opinião rabínica, e como esta se desenvolveu com o passar do tempo. Propõem-se re-examinar alguns textos rabínicos como fontes judaicas legais do passado buscando a responsa possível para uma teshuvá haláchica, à qual espera-se seja um início para pesquisas e respostas a uma nova responsa judaica legal para o presente. Os rabinos quase sempre emitem decisões haláchicas legais como responsas para perguntas a eles enviadas por pessoas seculares ou até mesmo por outros rabinos. As perguntas são denominadas she’elot, e as respostas teshuvot; a literatura como um todo é denominada responsa haláchica. As teshuvot (respostas) podem ser respostas curtas e simples a uma pergunta, ou podem ser respostas elaboradas; ambas apresentam respostas à questão e as fontes sobre as quais a resposta está baseada. As opiniões haláchicas em geral estão constituídas de precedentes, construídas sobre as decisões e opiniões do passado. Porém, elas não se limitam às opiniões majoritárias de qualquer geração, mas nas palavras da Mishná, que pode selecionar até mesmo uma opinião minoritária ou uma opinião individual de um rabino do passado. Agora devemos retornar à pergunta feita nesta responsa haláchica: Quais são os requisitos judaicos legais para o retorno dos Anussim, a integração à comunidade judaica religiosa? Embora esta pergunta possa não parecer relevante, justa, ou tampouco razoável para muitos Anussim, é uma pergunta essencial dentro da formatação legal judaica. Em essência, está relacionada à questão do status básico: Quem é judeu, e quais são os elementos essenciais da identidade judaica? As respostas dadas a esta pergunta afetarão cada aspecto da participação no seio da vida religiosa judaica, desde a participação na esnoga ao matrimônio com outro judeu. Antes de apresentar esta proposta, examinaremos duas teshuvot modernas, que, de forma estrita, também encaminham a questão das exigências para o retorno dos Anussim. A primeira destas foi escrita pelo eminente rabino Mordechai Eliahu (1994), ex-Rabino-Chefe sefaradí de Israel, e a segunda pelo eminente rabino Aaron Soloveichik (1994), Rosh Yeshiva do Brisk Rabbinical College de Chicago. Ambos são proeminentes rabinos ortodoxos. Ambas as teshuvot foram escritas como respostas para perguntas submetidas pela Dra. Shulamith Halevy, e publicadas no website dela. *A teshuvá do rabino Eliahu é muito simples e direta. Ele declara que os seguintes passos são exigidos para o retorno de um ben-anús ao povo judeu: - Após a conclusão de todos os passos dos estudos Judaicos, a aceitação do jugo da Torá e seus mandamentos, a circuncisão, e a imersão, ele deverá receber um certificado com o título, “Certificado para ele/ela que retornou aos caminhos dos seus antepassados". Em outras palavras, além do certificado, Eliahu impõe todas as exigências de conversão ao ben-anús em processo de retorno. Eliahu explica que estas exigências são necessárias por causa do longo tempo desde as conversões forçadas, e por causa da preocupação acerca dos casamentos inter-religiosos por sucessivas gerações. Porém, talvez o aspecto mais notável da teshuvá de Eliahu é a sua aceitação da conexão judaica dos Anussim, apesar do longo tempo e das suas dúvidas relativas á linha matrilinear de descendência. Ao falar dos rituais exigidos ele usa termos de retorno em vez de conversão, e como notado acima, o certificado que ele acredita que deveria ser emitido não é um "Certificado de Conversão", mas em vez disso, um "Certificado de Retorno". Por outro lado, a responsa de Soloveichik também pode ser curta, mas não é nada simples. Inicialmente ele declara: "Eles (os Anussim) devem ser tratados como judeus plenos em todos os sentidos (contados para um minián, receberem aliot, etc.)". Os rituais escolhidos são importantes, porque ambas as mitsvot (observâncias religiosas) exigem que o participante seja tão obrigado pela lei judaica como os demais participantes do serviço religioso. Ao permitir que os Anussim as realizem, sem qualquer conversão ou ritual de retorno da parte de uma congregação, é um reconhecimento explícito e público de que eles são completamente judeus. Todavia, em seguida ele nega a inserção deles na comunidade de todos os modos, medidas ou formas, ao exigir conversão plena se o ben-anús que desejar se casar dentro da comunidade judaica. Diferente de Eliahu, Soloveichik usa explicitamente o termo conversão em lugar de retorno: "Ele ou ela têm que passar por conversão plena". Esta exigência ritual usando o termo "conversão" contradiz a sua contenção anterior de identidade judaica dos Anussim uma vez que a exigência explícita de "conversão" implica que eles não são judeus de modo algum e que, assim sendo, não deveriam ter permissão para contar em um minián ou para receber uma aliá na Torá. Esta responsa é extremamente confusa. Não há precedente na tradição judaica legal para uma pessoa por um lado ser tratada como completamente judia e explicitamente capaz de cumprir as exigências judaicas legais ao lado de outros judeus, e por outro lado ser tratada como não-judia e ser obrigada a "passar por conversão plena", ao desejar se casar um judeu. A teshuvá de Eliahu se enquadra bem na estrita tradição haláchica ashkenazí relativa ao retorno dos Anussim. Figuras ashkenzazis legais de Rashi ao Rama, ao reconhecerem a condição judaica dos Anussim, exigem que eles passem por rituais idênticos aos exigidos para um convertido ao judaísmo. Eliyahu se remete à responsa Sefaradim de Solomon Ben Simon Duran (1400-1467). Porém, ele só aceita a responsa de Duran na medida em que declara que o ben-anús deve ser "aceito com bondade", e como a base do conceito de que a cerimônia deveria ser a de retorno em vez de conversão. Ele rejeita a opinião básica de Duran, e de fato a de todas as demais autoridades Sefaradim medievais, que exigem os rituais de conversão. Estas duas respostas representam à soma total do pensamento rabínico moderno, ao examinar o retorno dos Anussim à comunidade judaica. Porém, eles não representam todas as respostas halachicas possíveis e legítimas às exigências para o retorno dos Anussim. Examinando a abordagem seguinte, como outra sugestão, sobre uma resposta haláchica adequada para esta pergunta. Conforme verificado acima, ambas as responsas rabínicas existentes seguem exigências ashkenazi estipuladas no que diz respeito ao retorno dos Anussim. Todavia, a comunidade que retorna é majoritariamente originária de Sefarad. É sabido que as vivências históricas das comunidades não foram idênticas, e não deveria ser surpreendente, portanto, que as respostas halachicas para situações discrepantes também não sejam idênticas. Isto ocorre graças ao fato de que a halachá é, por natureza situacional e dinâmica, em vez de universal e estática. Por isso acredita-se que é apropriado, retornar inicialmente para a responsa haláchica dos rabinos Sefaradim, uma vez que eles escreveram e basearam-se nas realidades da comunidade à qual estavam referindo-se. Em essência, a pergunta que é feita poderia ser reformulada para: - "Será que os Anussim em processo de retorno devem submeter- se aos rituais de conversão antes de receberem permissão para participar plenamente como parte da comunidade judaica como um todo?" Ao Examinar a exigência aos Anussim vis-à-vis as leis de conversão, tem-se: - Tradicionalmente, a conversão ao judaísmo (para judeus conservadores e ortodoxos) é composta de três (para um homem) ou dois (para uma mulher) passos essenciais, conforme esboçados no Shulchan Aruch Yorê Deá 268, escrito por Iossef Caro. Um homem convertido deve passar por B’rit Milá, Tevilá e Cabalát Mitsvá, ou seja, ser circuncidado e ser imerso em uma micvá, e aceitar o jugo dos mandamentos na presença de um Bet Din (um tribunal de pelo menos três rabinos. - Tecnicamente exige-se de um Bet Din testemunhar todos os aspectos da conversão, mas Caro declara que, na prática, se o Bet Din estiver presente apenas na Aceitação das Mitzvot, a conversão permanece válida). Da mulher exige-se que passe por tevilá (imersão) e Cabalát Miztva (aceitação das mitzvot). Todos estes passos são necessários ou a conversão é considerada inválida; a única exceção é que se um homem já for anteriormente circuncidado, então se retira uma gota de sangue, em um ritual denominado Hatafat dam brit. Também é tradicional repelir por três vezes o convertido potencial, e hoje a maioria dos rabinos requer um período extenso de estudo, por um ano ou mais, antes que os rituais de conversão possam ser executados,. Cada passo do ritual, conforme estão apresentados no Shulchan Aruch serão examinados em relação ao retorno dos Anussim. O primeiro passo da conversão é a exigência de repelir o convertido potencial. O Shulchan Aruch registra que se deve dizer a um convertido: "Você não sabe que os israelitas são um povo oprimido e menosprezado?". Se ele ainda desejar se converter, então será aceito e o processo é iniciado. Este passo do processo de conversão está ausente das fontes ashkenazi e sefaradi. Após resistir ao desestímulo, o prosélito será educado na lei judaica como preparação para o cabalát mitsvá e a aceitação do jugo da lei. A cabalát miztva será feita na presença de um Bet Din. É interessante notar que Caro não exige que o prosélito passe por uma educação detalhada da lei; em vez disso, ele ou ela somente serão educados nos fundamentos da observância e da convicção judaicas.Não há qualquer exigência para repelir um ben-anús em processo de retorno, uma vez que ambas as responsas ashkenazi e Sefaradi medievais reconhecem a conexão histórica dos Anussim à comunidade judaica como sendo judeus. As fontes sobre os Anussim apresentam uma interessante variedade de abordagens relativas à exigência da educação e da cabalát miztva. As fontes ashkenazI silenciam sobre a exigência para educação, mas universalmente exigem cabalát miztva. Mas as fontes Sefaradi declaram explicitamente que nenhuma educação ou cabalát miztva é necessária. Nas palavras de Solomon Ben Simon Duran: “Uma vez que está claro que estes (Anussim) não devem ser considerados prosélitos, nós então não precisamos lhes enumerar todos os mandamentos e suas punições (como deve ser feito a um gentio que deseja se tornar um prosélito)”. Isto é óbvio, uma vez que se você fosse lhe dizer que (como você faria com um candidato gentio para conversão), se ele (o ben-anús) não desejar aceitar os mandamentos, nós o afastaríamos e ele estaria livre delas como se fosse um gentio. - D-us proíba que isto sequer passe pela mente. “Porque ele já tem o pleno dever de cumpri-los da mesma maneira que nós”. Duran explica que a educação e a aceitação das mitzvot são desnecessárias porque o ben-anús já é, nas suas palavras, parte da casa de Israel. Após o ensino das mitzvot, o próximo passo no processo listado por Caro é a tevilá, a imersão na micvá.Tradicionalmente o prosélito imerge uma vez, recita as brachót (bênçãos) apropriadas e então imerge mais uma ou duas vezes. Todas as fontes ashkenazi exigem que um ben-anús em processo de retorno passe por tevilá. Fontes Sefaradim, de Rambám (Maimônides) em diante sustentam que a imersão é desnecessária. Duran declara: "Uma vez que ele (o ben-anús em processo de retorno) é um israelita, não precisa do banho ritual".O estágio final da conversão mencionada pelo Shulchan Aruch como parte de conversão é o brit milá, a circuncisão. A circuncisão de um prosélito será acompanhada pela brachá: "Baruch atá Adonai, Elohênu Melech Haolám, asher kideshánu bemitzvotav vetzivanu lamul et guerim (Abençoado és Tu, Eterrno, nosso D-us, Rei do Universo, que nos santificaste com Tuas mitsvot e nos ordenaste a circuncisão dos prosélitos)". Caro acrescenta que se o candidato já é circuncidado então deve ser feita a hatafát dám brit. B’rit Milá é traduzido literalmente como Sinal do Pacto, e é uma mitsvá obrigatória para todos os homens judeus. Assim, todas as fontes exigem que os Anussim em processo de retorno sejam circuncidados ou façam hatafát dám b’rit. As maiores partes das fontes silenciam-se sobre o teor da brachá, mas Duran declara que as mesmas brachot usadas para os homens recém-nascidos no b’rit milá no oitavo dia devem ser usados para os Anussim em processo de retorno. São estas: "Baruch atá Adonai, Elohênu Melech Haolám, asher kideshánu bemitsvotáv vetsivánu al hamilá (Abençoado és Tu, Adonai, nosso D-us, Rei do Universo, que nos santificaste com Tuas mitsvot e nos ordenaste sobre a milá)", antes da circuncisão, e "Baruch atá Adonai, Elohênu Melech Haolám, asher kideshánu bemitsvotáv vetsivánu lehachnissô bevritô shel Avraham Avinu (Abençoado és Tu, Adonai, nosso D-us, Rei do Universo, que nos santificaste com Tuas mitsvot e nos ordenaste inseri-lo [o ben-anús] no Pacto do nosso Patriarca Abrahão)". Embora a circuncisão seja exigida tanto para o prosélito quanto para o ben-anús, e de fato para qualquer homem judeu não circuncidado, o teor da brachá é novamente uma indicação do status pleno do ben-anús como membro do povo judeu. Duas Perguntas Finais: Sinceridade e Descendência: Há duas perguntas finais que devem ser feitas. Será que devemos nos preocupar com a sinceridade da conversão inicial ao catolicismo pelo antepassado do ben-anús na Espanha dos séculos XIV e XV, e deveríamos aceitar apenas aqueles Anussim que podem demonstrar descendência matrilinear até..., eu imagino que até Moshé Rabênu? Antigas autoridades sefaradim, tais como o Rivash, rabino Itschac ben Shesht, exigiram que fossem feitas cuidadosas avaliações dos anussim em processo de retorno (Responsa 11). Eles acreditavam que somente aqueles que foram convertidos violentamente, e, que nunca abraçaram o cristianismo em qualquer grau de sinceridade, deveriam ser aceitos de volta à comunidade judaica. Shesht declara que há dois tipos de Anussim: - 1. “Aqueles que escolheram a conversão, abandonaram o jugo da Torá, cortaram os elos da Torá deles mesmos, e de própria vontade seguiram os caminhos dos idólatras e estão transgredindo todas as mitsvot da Torá", e, - 2. “Aqueles que teriam deixado a Espanha, mas foram incapazes de fazer isso, e, tiveram o cuidado de não se sujarem com a impureza dos pecados, exceto em tempos e lugares de perigo". O primeiro grupo, com efeito, não era mais parte do povo judeu, e seus membros tornaram-se inelegíveis como testemunhas, enquanto os do segundo grupo permaneceram como judeus e kasher como testemunhas. A responsa do Rivash tratava apenas daquelas pessoas que fizeram as escolhas iniciais relativas à conversão (ao cristianismo). Isto não dizia respeito aos filhos destes. Mais tarde as autoridades rabínicas Sefaradim se dirigiram aos descendentes destes Anussim e não fizeram qualquer distinção. O intuito desse ajuntamento é de fazer avodat HaShem (serviço ao HaShem) e servir uns aos outros;pois nosso lema e um,por todos ,todos por um. Sim, somos um ajuntamento tradicional e familiar, comunitário para suprir as necessidades de nossas famílias e das famílias que se juntam a nós.Sendo assim a estrutura física e política, embora importante, não é fundamental. O fundamental é o mynian (congregar de 10 israelitas) para rezar e o Limud Torah ( estudo da Torah). A Kehilah é uma comunidade com democracia semítica, e um centro de estudo ou seja, embora eleita pelo povo (adultos aptos que sejam aprovados como membros com bom testemunho), os candidatos devem encaixar-se nas exigências da Torah (lei judaica) para ocuparem seus cargos. Sendo assim sinto-me na feliz, porém constrangedora tarefa de pedir ajuda. Hoje temos alunos em nosso K’niss que precisam estudar, mas não tem recursos financeiros, outros que podem pagar pelos estudos, mas poucos para estudar. Fora isso há o desejo de manter shlichim e talmid chacham estudando para manter o fluxo de estudos e há assuntos que ainda não arriscamos entrar porque falta tempo e dinheiro para comprar livros, fazer cursos e etc para entregar um bom trabalho a vocês. Jamais recebemos recursos financeiros de instituições muito menos das que participamos e ajudamos, a não ser de pessoas voluntárias que ajudam tanto a kehilah quanto a mim. Hoje peço, se meus trabalhos tem ajudado você e sua família de alguma forma, me ajude a manter o meu trabalho e daqueles alunos que precisam de livros e patrocínio de estudos. Há muitos alunos que não têm condições de estudar em uma yeshivah e nosso desejo é que estes sejam beneficiados com estudos do Kniss. Se você quer ajudar a manter a chama da Torah l’HaShem e a esperança de Melech HaMashiach nos corações e receber os méritos que isso pode trazer a sua vida, nos ajude. Ver crianças e jovens felizes com um gostoso som de Torah é nossa meta. Fora as dezenas ou quem sabe centenas de Bachurim Yeshivah filhos de Bnei anussim sefaradim que irão fazer teshuvah em nossa escola. Caso queira em sua cidade um projeto como este, reuna um grupo e recolha tsedakah para mantermos um Rosh e enviemos a vocês. Aviso importante esta findo um Sefer torah de israel já em janeiro para Kerilah,trazido por um irmão a pedido nosso, Que o Eterno lhes abençoe. Obs: vamos reativar a comunidade em são poulo capital,participe da votação sobre o bairro região e local,divulgue a seus amigos ,amigos dignos para servir HaShem. Segue o número da conta: AG:4009 Operação :013 Conta :00040003-5 e na caixa econômica federal ok? Tenho meu trabalho,não vivo de judaísmo,estou gravando aulas e videos em site só para alunos cadastrados(membros)para cuidar de meu trabalho e da família. Ahhh, esqueci de dizer... Vergonha de pedir? NENHUMA...! não é para mim e nosso! Herança dos filhos de Israel.

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